Sabe aquela
dor maldita,
Infinita por
não te ver...?
Continua
mais infinita,
Mais improspera de cessar.
Está na alma
que não percebo,
Naquela em
que a lágrima
Em que não
vejo,
Não pode
chegar...
Está no meu
mais profundo rio,
A desaguar
sem esperança,
Tal
bailarino sem dança,
Criança sem
riso,
Navio sem
mar.
Aquela dor
que maldita,
Nem mais
bendita é,
Traspassa
barreira
Como
inimigo,
Adentra em
fronteiras,
E, comigo,
Morre sem me
levar.
Que maldita
saudade,
Que penetra
em meu coração,
Desperta
minha ira,
Meu desejo
em vão!
Por que
sinto em vão,
Se o que
sinto,
É como
labirinto,
Propondo solidão?!
Quero me ir
e não voltar,
Deixar de
sentir,
Deixar a ti
Cortinas de
palha,
Outrora meu
lar.

Nenhum comentário:
Postar um comentário