Não mais te
amo,
Nem mais sei
o que sou.
Trôpego, hibrido;
cálido,
Sonhador,
errôneo,
Em princípios
que não sei.
Apenas não
te amo mais.
Palavras se
foram vãs,
Em histórias
pagãs,
Em que Deus
era tudo,
Em meio a
nós,
Que não
éramos nada,
Apenas sóbrios
amigos
De um
passado lírico.
E hoje, em
busca de ti,
Em outras
que não
Amo,
Encontro a
ti somente,
Nesse pranto
que me espera.
Percebo que
te amei,
Um pouco...
Mas tão
somente como
Uma criança,
Um pequeno
verme feroz,
Que corroía teus
olhos,
Seus sonhos,
sorrisos,
Teu mundo,
tua paz.
Percebo,
agora,
Que não sou
mais um pequeno verme,
Nem um
pequeno ser do mundo,
Sou apenas
um homem
Em busca do
sol,
De seu
sorriso,
De tuas
luas,
De tuas
curvas,
De teu medo,
De seu
segredo,
De teu céu!
Acho que...
te amo!
Me enganei.
Graças aos
deuses,
Me enganei!
Observo
agora,
Simplesmente
agora,
Que me
encontrei
Em tuas
formas,
Em teus
lírios lisos,
Sem vestimentas,
A cuja
beleza
Obedeço...
E dela
padeço se não tiver.
Sim,
Descobri que
te amo,
Te pertenço,
Me enriqueço,
Empobreço,
E Sobrevivo em
forma
de Homem, que
sou.
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